terça-feira, 29 de novembro de 2016

Niterói realiza ações do 'Dia D' de Combate ao Mosquito





Antecedendo o 'Dia D' Nacional de Combate ao Mosquito (02/12), o município de Niterói – através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou ações educativas e de sensibilização da população para o combate ao mosquito nesta sexta-feira, dia 25 de novembro.

Em diversos locais de grande circulação de pessoas, agentes do Serviço de Controle de Vetores (SECOV) e do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) abordava os transeuntes para prestar orientações sobre medidas preventivas e distribuição de material informativo.  Agentes comunitários de saúde do Programa Médico de Família e integrantes do Projeto Gugu fizeram parte também da equipe atuante. Principais pontos:  Praça Araribóia (Centro), Horto do Fonseca, Campo de São Bento (Icaraí), Praça do Engenho do Mato e área externa da Policlínica do Largo da Batalha.

O objetivo foi mobilizar os niteroienses na luta contra o Aedes aegypti.  Além da dengue, o mosquito também é transmissor da zika e da chikungunya, portanto a intensificação dos esforços é necessária para que todos, juntos, possam evitar o avanço dessas doenças no município. 



















segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sala de Espera sobre Arboviroses no PMF Cantagalo





Na última quinta-feira (24/11), usuários do Programa Médico de Família do Cantagalo participaram de uma atividade de sala de espera sobre o tema Arboviroses.  A ação educativa em saúde foi promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC).

O objetivo foi sensibilizar sobre a importância da adoção de medidas favoráveis à saúde individual e coletiva, especialmente em relação às doenças causadas pelo Aedes aegypti. Como o transmissor do zika vírus é o mesmo da dengue e da febre chikungunya – o mosquito Aedes aegypti – é preciso que a população reforce os cuidados para impedir o desenvolvimento de criadouros.

Desenvolvendo um diálogo interativo com o público, Patrícia de Oliveira percorreu os espaços da unidade junto com os agentes comunitários de saúde, falando sobre mudanças de hábitos no cotidiano para evitar a proliferação de mosquitos.  Dentro da temática, a agente do IEC também destacou o uso da bactéria Wolbachia no controle do Aedes.  Todos demonstraram interesse nos assuntos abordados.





Campanha Novembro Azul também para os animais de estimação





A Fundação Municipal de Saúde de Niterói (FMS) realizou no último dia 24/11 o evento “Novembro Azul, Pet Azul!”, em celebração ao mês de conscientização ao câncer de próstata, comum nos seres humanos e animais. A atividade aconteceu na Unidade de Controle de População Animal (UCPA), na Rua Silvestre Rocha, nº 2, esquina com a Rua Lemos Cunha, em Icaraí. O objetivo foi alertar aos tutores sobre a importância dos exames de prevenção e diagnóstico precoce também nos bichinhos de estimação. 

A equipe de médicos veterinários do UCPA fez orientações sobre a saúde dos PET’s, além de oferecer gratuitamente o exame de ultrassonografia para os cães machos, principal método para o diagnóstico de um possível câncer na próstata. Além de abordar o tema saúde do cão e gato, o evento contou com instruções e distribuição de material informativo sobre a saúde do homem, por meio do Departamento de Supervisão Técnico-Metodológica (Desum) e do Programa de Atenção Integral a Saúde do Homem.

“Os animais domésticos, como cães e gatos, podem desenvolver este tipo de câncer assim como o homem. Normalmente, os sintomas começam a surgir nos pets mais idosos, entre oito e 12 anos. A dificuldade para defecar, incontinência urinária, complicação respiratória, constipação intestinal e perda de peso são os principais. Portanto, a prevenção é essencial para a saúde dos animais. Levá-los periodicamente ao médico para realizar exames de rotina e a castração são os principais cuidados”, informa a médica veterinária Camila de Oliveira Ferro.


Fonte do texto:  Prefeitura de Niterói e O Fluminense








sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Educação em Saúde intensifica informações sobre arboviroses





Dando continuidade ao ciclo de palestras sobre arboviroses, iniciado neste mês, para usuários integrantes do grupo de hiperdia (hipertensos e diabéticos) da Policlínica Regional do Largo da Batalha, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – intensificou as informações sobre o tema nesta segunda-feira, 21/11.

A agente Patrícia de Oliveira (IEC) falou sobre as arboviroses transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti (em especial, dengue, zika e chikungunya), características do inseto, dados atuais sobre a situação da microcefalia no país, e principais medidas de prevenção e combate ao vetor.  O objetivo foi informar, discutir e esclarecer sobre o que são as doenças, os riscos envolvidos, prevenção e tratamento. 

A atividade desenvolveu-se por meio de diálogo interativo, exibição de vídeos, demonstração em maquetes e distribuição de informativos.   Uma equipe do projeto científico ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), falou sobre a utilização de uma bactéria chamada Wolbachia – que existe naturalmente em mais de 60% dos insetos –, para reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti. 

O grupo demonstrou muito interesse nos conhecimentos recebidos e verbalizaram que irão apoiar totalmente o projeto da Fiocruz.






quinta-feira, 24 de novembro de 2016

CONDUTAS A SEREM ADOTADAS QUANDO FOR ENCONTRADO ANIMAL MORTO.


Criado em 24/11/2016  -  Atualizado em 01/06/17
                    
O Centro de Controle de Zoonoses de Niterói se coloca a disposição para orientar, recolher, encaminhar e tomar todas as providências relativas a animais silvestres e urbanos encontrados mortos.  O contato deve ser feito diretamente pelo telefone 2625-8441.

Evite ter contato direto com animais silvestres. 
Não é uma boa ideia alimentá-los nem provocar aproximações.
Em caso de acidentes com animais como mordeduras ou arranhões, 
procurar atendimento médico na Policlínica do Largo da Batalha, 
ou na Unidade de Saúde mais próxima.


ANIMAIS MORTOS:

A – Avise ao Centro de Controle de Zoonoses, caso encontre mortos micos, saguis e todos os tipos de macacos e morcegos, além dos cães e gatos. Vale o mesmo para gambás, capivaras, esquilos, preás, lebres, raposas ou qualquer outro mamífero silvestre.

B - Evite contato direto ou indireto com secreções e com a carcaça, que é como é chamado o corpo do animal ou parte dele depois de morto.

C – Se for necessário o transporte ou guarda de uma carcaça até o resgate pelo CCZ, acondicioná-la usando luvas descartáveis, ou se não haver, vestir sacolas plásticas de mercado íntegras, atando pelos punhos com as próprias alças da sacola, uma ou duas sacolas protegendo cada mão. A carcaça deve ser acondicionada em um recipiente impermeável.

D - Um material de fácil obtenção para acondicionamento de carcaças são sacos de ração vazios íntegros. Após colocar a carcaça, embalar junto as luvas ou outros materiais que tenham tido contato com essa. Fechar a boca do saco e amarrar bem, lacrando. Esse procedimento deve ser feito de maneira segura e com o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). Após finalizado, lavar bem as mãos.



MONITORAMENTO DE EPIZOOTIAS


Considera-se como epizootias segundo o Ministério da Saúde “a ocorrência de um determinado evento em um número de animais ao mesmo tempo e na mesma região, podendo levar ou não a morte”.

Em Niterói, todas as carcaças de animais mortos suspeitas são encaminhadas através do Centro de Controle de Zoonoses ao laboratório de referência para pesquisa. Em caso positivo para alguma zoonose na amostra enviada, o CCZ é informado e todas as medidas recomendadas são tomadas oportunamente, conforme atribuição.


Febre Amarela

Nesse ano, até o momento, foram encontrados e encaminhados para exames, pelo CCZ de Niterói, cerca de 35 saguis mortos, com todos os resultados concluídos negativos para Febre Amarela. Presume-se que esses animais, em sua maioria, tenham sido eletrocutados. Ainda assim é importante que a população continue avisando ao CCZ caso encontre saguis ou outra espécie de macacos mortos. Maiores informações sobre o monitoramento da Febre Amarela no ERJ podem ser encontrados no site Rio Com Saude



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Fiocruz alerta para boato nas redes sobre chikungunya






23/11/2016

Em áudio que vem circulando no WhatsApp, uma mulher afirma que trabalhadores da Fiocruz teriam dito que o mosquito transmissor do vírus chikungunya se proliferou e se fortaleceu, gerando uma ‘nova chikungunya’, com sintomas ainda mais fortes. A mulher fala ainda de um surto do vírus no país. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) esclarece que não há qualquer registro científico de que o vírus chikungunya tenha se modificado ou de que o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, tenha se fortalecido. Ou seja, não existe uma ‘nova chikungunya’. Essas informações são falsas. Existe sim uma preocupação com a doença no próximo verão, o que já tem sido alertado pela Fiocruz. O verão é o período em que há maior infestação de mosquitos, incluindo o Aedes aegypti, por conta das chuvas e do aumento da temperatura. Há uma expectativa, portanto, de que as regiões do Brasil em que os vírus chikungunya ainda não circulou de forma tão intensa venham a ter mais casos da doença no próximo verão.

O áudio afirma ainda que não há vacina para a doença. Isso é verdade. Não existe vacina para chikungunya. As medidas de prevenção e controle da chikungunya são semelhantes às da dengue e da zika: controle do mosquito e uso de repelente. Vale lembrar que o Aedes aegypti é ativo principalmente durante o dia, especialmente o início da manhã e final da tarde. Como a circulação do vírus chikungunya no Brasil é recente (2014), irão surgir muitas dúvidas e perguntas, bem como boatos e informações desencontradas, especialmente nas mídias sociais. É importante, num momento como este, que a população busque informações de fontes seguras e confiáveis.



Por:  Fiocruz


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

GUARDA RESPONSÁVEL DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO






Conviver com um animal de estimação é um privilégio.  Pesquisas demonstram que a presença de um pet nos ajuda a ser mais felizes, a ter imunidade melhor e até a viver mais tempo.  

Cães e gatos fazem parte do cotidiano de muitas pessoas.  Esse relacionamento homem-animal existe há bem mais tempo do que imaginamos.  A humanidade domesticou os cães há 14 mil anos;  já os gatos, cerca de 3.600 anos.

Isto é, nossos antepassados escolheram colocar esses companheiros no nosso dia a dia.  E, quando tomaram essa decisão, assumiram uma responsabilidade herdada por todos nós:  o zelo pelo bem-estar desses animais.

Guarda responsável é uma expressão que designa um conjunto de regras que devem nortear o tratamento dispensado aos animais de companhia.  Sua prática implica no comprometimento do guardião em atender as necessidades físicas, psicológicas e ambientais de seu animal, de forma a garantir o seu bem estar:


Alimentação:  Cães e gatos necessitam de alimentação adequada à espécie e idade, preferencialmente ração.  Água fresca deve ser oferecida diariamente numa vasilha sempre limpa;



Ambiente:  Os animais precisam de espaço adequado, ao abrigo do sol e da chuva. Melhor é que eles tenham uma casinha num local seco, limpo e confortável.
Para evitar que o animal fuja de casa, providencie para que os portões sejam resistentes e estejam sempre bem fechados.  Caso more em prédio de apartamentos, coloque telas nas janelas;

Afeto:  Dar afeto e atenção ao animal.  Amenizar-lhe a sensação de frio, por meio de roupas e cobertores; animais sentem frio tanto quanto os humanos.  Jamais submetê-lo a maus-tratos, nem sob o pretexto de educá-lo;



Socialização:  É importante que os animais tenham contato com outras pessoas e outros animais para não se tornarem agressivos.  Caminhadas diárias e brincadeiras deixarão seu cão alerta, ativo e dócil;
  
Passeios:  Passear com o animal para que ele se exercite, sempre preso à coleira e à guia para evitar  fuga, atropelamento e ataques a outros animais. Recolha as fezes dele para evitar sujeira nas vias públicas e transmissão de doenças e zoonoses;


  
Higiene:  O recomendado são banhos periódicos, com água morna e shampoo ou sabonete específico para animais, com intervalo de 15 dias no mínimo, com cuidado para a água não entrar nos ouvidos e nariz.  Após o banho, o animal deve ser secado com toalha limpa ou secador.  Alguns animais necessitam ser tosados;

Veterinário:  Assim que uma pessoa adota, compra ou ganha um cachorrinho ou um gato, convém leva-lo ao médico veterinário para uma avaliação geral e quando o bicho estiver doente.  É obrigação de o proprietário buscar e oferecer o tratamento necessário;


Vermifugação:  Para eliminação de parasitas internos (vermes), é necessário administrar vermífugo (medicamento) periodicamente, sempre orientado pelo médico veterinário;

Vacinação: Muitas doenças em cães e gatos podem ser evitadas com a vacina, como por exemplo a raiva, a cinomose, a parvovirose, entre outras.  É importante vacinar seu animal quando filhote;  quando adulto, o reforço deve ser realizado uma vez por ano.  Em ambas as ocasiões, sob orientação do médico veterinário;



Castração: Para prevenir ninhadas indesejadas, submeta seus cães ou gatos à castração (esterilização cirúrgica) – um procedimento simples realizado pelo médico veterinário;

Cuidados nas viagens: Em viagens de férias, tenha certeza que seu animal terá um responsável por ele nesse período e um lugar adequado e seguro para ficar;

Identifique seu animal: A identificação com uma coleira com plaquinha facilita encontrar quando o animal foge ou se perde;




Nunca abandone seu animal devido a viagens, mudanças, doença, velhice ou problemas psicológicos.  Ajude-o nesses momentos difíceis !!






Antes de adotar ou adquirir um cão ou gato, PENSE BEM !

  • Cães e gatos vivem de 10 a 15 anos.  Você está preparado para cuidar dele todo esse tempo ?
  • Toda a sua família está de acordo em conviver e criar um animal de estimação ?
  • Você conhece todas as características e necessidades do animal (espécie, tamanho e temperamento) que vai cuidar ?
  • Você poderá pagar todas as despesas com alimentação, vacinação, vermifugação e cuidados veterinários durante todos os anos de vida dele ?
  • Você terá tempo e paciência para passear, brincar, dar carinho e atenção para o seu novo amigo ?
  • Você dispõe de espaço apropriado para criar o animal que escolheu ?
  • Lembre-se:  animais não são filhotes para toda vida, eles vão crescer, envelhecer e podem adoecer. Você está preparado para cuidar dele nos momentos mais difíceis ??





Fontes:




Segunda edição do NOVEMBRO AZUL, PET AZUL !




Crianças aprendem sobre arboviroses e animais sinantrópicos







Arboviroses e animais sinantrópicos foram os temas que envolveram a ação educativa em saúde promovida pelo setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – na Unidade Municipal de Educação Infantil Eduardo Campos, em Matapaca, na última semana – dias 08 e 10/11. 

A agente Patrícia de Oliveira desenvolveu contação de história utilizando ilustrações seriadas.  Além disso, a palestrante demonstrou, por meio de objetos que simulam possíveis criadouros do Aedes aegypti, como limpar corretamente esses itens e evitar a proliferação de mosquitos.

O objetivo foi sensibilizar os pequenos sobre a importância de se prevenir a proliferação de mosquitos e alguns animais sinantrópicos (rato e pombo) no ambiente de convívio.  

A atividade abordou os seguintes tópicos:  arboviroses (dengue, zika e chikungunya)  –  as doenças, características do mosquito transmissor (Aedes aegypti), e principais medidas de prevenção ao vetor; problemas à saúde e ao meio ambiente causados por pombos e ratos.

Os alunos participaram ativamente.  Ao final da história, recontaram com riquezas de detalhes a realidade de suas residências.  Muitos relataram já terem visto larvas e mosquito adultos.