sexta-feira, 25 de maio de 2018

Febre de Chikungunya é tema de palestra para agentes comunitários de saúde do PMF Badu





Com o objetivo de instruir os agentes comunitários de saúde para o emprego do conhecimento nas ações educativas a serem realizadas na comunidade, nesta quarta-feira (23/05) o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou palestra sobre Febre de Chikungunya no Programa Médico de Família do Badu.

Ministrada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a ação teve como metodologia o diálogo interativo com exibição de slide-show, e abordou os seguintes temas: histórico e conceito da arbovirose, sintomas, comportamento do mosquito transmissor (o Aedes aegypti), principais criadouros do inseto, distribuição de casos da doença no município, e métodos de controle do vetor de transmissão. 





Segundo a equipe, alguns agentes relataram que já sofreram com a enfermidade e conhecem usuários que estão sofrendo com a cronicidade da doença. “O evento foi bastante produtivo. Todos demonstraram entusiasmo com as informações recebidas. Apresentamos planilhas atualizadas com os casos de chikungunya na cidade”, avaliou Patrícia. 

Prestigiou a palestra, a supervisora de Saúde Coletiva de Pendotiba, Lúcia Bulcão, solicitante da atividade junto ao Comitê da Dengue que ocorre na Policlínica Regional do Largo da Batalha.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

Educação em Saúde capacita agentes comunitários do PMF Maceió




Na última quarta-feira (16/05) agentes comunitários de saúde Programa Médico de Família João Sampaio, bairro Maceió, participaram de uma capacitação sobre arboviroses promovida pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC).

O objetivo foi preparar os novos profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas na comunidade atendida pelo PMF.

Ministrada por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, o treinamento teve como metodologia o diálogo interativo com exibição de slide-show, e abordou os seguintes temas: histórico das arboviroses, sintomas e os métodos de controle (físico, químico, biológico, legal, genético e integrado). 

“A atividade foi bastante produtiva. Destacamos a arbovirose chikungunya, em função dos recentes aumentos de casos no Estado. Ao final, sugerimos aos agentes novas formas de abordagens com os moradores resistentes a mudanças de hábitos e a construção de cartazes com informações sobre as doenças ilustradas por fotos dos criadouros mais encontrados na comunidade, para exposição na sala de espera da unidade, como forma de sensibilizar os usuários enquanto aguardam atendimento”, relatou Patrícia.

Devido à informação de casos de pediculose nas crianças no entorno, a equipe agendou palestra sobre o tema para o dia 30/05.










sexta-feira, 18 de maio de 2018

Febre Amarela é tema de palestra para os alunos do Colégio Castekinho




Com o objetivo de informar e alertar os estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental, a equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) ministrou palestra sobre a febre amarela no Colégio Castekinho, em Piratininga, nesta quarta-feira (16/05).

Como a febre amarela voltou a ser motivo de preocupação em vários lugares do Brasil, desde 2017, depois que aumentaram os registros de casos da forma silvestre da doença, houve a necessidade de abordar o tema também nas escolas.


Com base nessa demanda, a equipe do IEC, formada por Élcio Nascimento e Rita de Cássia Costa, desenvolveu atividade educativa tendo como metodologia bate-papo interativo, nos moldes de palestra, e apresentação de slide-show.  Os agentes falaram sobre, formas de transmissão da doença, os mosquitos transmissores, grupos de risco, sintomas, tratamentos, e a vacina.
  
“Os alunos estavam bem afiados, pois as professoras tinham trabalhado o assunto previamente em sala de aula. Mesmo assim, demonstravam interesse em aprender mais. Muitos fizeram perguntas pertinentes sobre a vacina, o mosquito Aedes aegypti e sua reprodução, e a importância do macaco na vigilância da doença”, avaliou o palestrante Élcio.


terça-feira, 15 de maio de 2018

Teste rápido oferece diagnóstico de leptospirose em 20 minutos


O diagnóstico precoce da leptospirose é fundamental para início oportuno do tratamento dos pacientes, bem como para guiar a implementação de ações de prevenção e controle capazes de mitigar surtos e epidemias. Nesse contexto, uma equipe liderada pelo pesquisador da Fiocruz Bahia, Guilherme Ribeiro, avaliou a acurácia de diferentes exames diagnósticos da leptospirose, incluindo o teste rápido DPP (Dual Path Plataform, Plataforma de Caminho Duplo), que é capaz de dar resultado em apenas 20 minutos, desenvolvido por pesquisadores da Fiocruz e produzido conjuntamente pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) e a Chembio Diagnostics (EUA). Os resultados do estudo foram publicados na revista científica PLOS Neglected Tropical Diseases, no artigo Prospective evaluation of accuracy and clinical utility of the Dual Path Platform (DPP) assay for the point-of-care diagnosis of leptospirosis in hospitalized patients.

Composto por pesquisadores da Fiocruz Bahia, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), da Escola Médica de Harvard (EUA) e da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale (EUA), o grupo examinou pacientes internados no Hospital Couto Maia, centro de referência em doenças infecciosas em Salvador, que atende cerca de 90% dos casos de leptospirose na capital e região metropolitana.

O estudo incluiu 98 participantes com manifestações clínicas compatíveis com a leptospirose, como febre de início agudo, falha renal, icterícia, hepatite aguda, hemorragia espontânea e síndrome da diarreia ou constipação associada a febre e dor abdominal. Além destes, alguns pacientes apresentaram meningite asséptica, síndrome que pode eventualmente ser causada pela Leptospira, a bactéria causadora da leptospirose e que é transmitida pela urina de animais infectados, principalmente ratos de esgoto.

Os pacientes incluídos na pesquisa tiveram o diagnóstico definitivo de leptospirose confirmado ou afastado por meio de testes de referência (hemocultura para isolamento da bactéria no sangue dos participantes e microaglutinação, um teste sorológico em que se evidencia a presença de anticorpos aglutinantes no soro de pessoas infectadas pela bactéria). Além disso, os participantes foram testados pelo DPP e pelo método de detecção de anticorpos IgM contra leptospirose por meio do Elisa. Os resultados obtidos nesses testes foram comparados àqueles obtidos com os testes de referência a fim de determinar o desempenho de cada um desses testes avaliados.

O estudo concluiu que o teste DPP apresentou um desempenho em diagnosticar corretamente casos de leptospirose equivalente àquele observado no Elisa-IgM, com a vantagem de ser uma opção portátil, mais simples e rápida que o Elisa-IgM. Também, o teste DPP foi capaz de identificar corretamente 4 dos 5 pacientes que tinham meningite asséptica definitivamente causada por leptospirose. Os achados são importantes, pois expandem as opções para o diagnóstico rápido da leptospirose.


Fonte:  FIOCRUZ

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Higiene pessoal e pediculose são temas de palestra na Escola Helena Antipoff





Nesta semana, período de 08 a 10 de maio, a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou palestra sobre higiene pessoal e pediculose na Escola Municipal Helena Antipoff, em São Francisco.

O objetivo da ação educativa em saúde foi levar os alunos a perceberem a necessidade de adquirir bons hábitos de higiene, incentivando-os a conhecer e a cuidar do próprio corpo, evitando assim problemas de saúde como a pediculose e a sarna.

A atividade desenvolveu-se por meio de bate-papo interativo, nos moldes de palestra, e exibição de slide-show e vídeos.  As agentes Daniele Caviare e Leila Neves falaram sobre conceito de higiene, higiene pessoal e ambiental, limpeza corporal, lavagem das mãos e saúde, características do piolho, ciclo de vida e hábitos do inseto, prevenção e tratamento da pediculose e da sarna. 

“As palestras foram maravilhosas. As crianças ficavam curiosas, ou seja, se interessavam mais em saber a respeito dos piolhos e participaram ativamente com perguntas. Vale destacar que a organização da escola colaborou muito para o sucesso da atividade”, avaliou a palestrante Leila.



quinta-feira, 10 de maio de 2018

Educação em Saúde fala sobre boas práticas na manipulação de alimentos na Policlínica do Largo da Batalha





Nesta segunda-feira (07/05), o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou a palestra ‘Boas Práticas na Manipulação de Alimentos’ na Policlínica Regional do Largo da Batalha

A ação educativa em saúde teve como objetivo informar sobre os procedimentos adequados à manipulação de alimento que beneficiam a qualidade dos produtos e a saúde do consumidor.

Ministrada pelos agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira, a atividade desenvolveu-se por meio de bate papo interativo e exibição de slide-show. Em pauta, foram abordados os seguintes tópicos: conhecendo os erros na cozinha; como implantar as boas práticas; meios de contaminação; alimentos de maior risco; contaminação cruzada; sintomas das Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs); higienização; além de algumas orientações sobre tempo e temperatura dos alimentos.

Os usuários da policlínica participaram ativamente e demonstraram considerável interesse nas informações.  “Planejamos abordar somente o tema em questão, no entanto, em meio ao debate, surgiram muitas dúvidas em relação à febre de chikungunya devido ao aumento dos casos na comunidade e nas próprias famílias dos participantes do grupo. Esclarecemos todas as dúvidas e reforçamos sobre a importância da eliminação dos criadouros”, relatou a palestrante Patrícia.






terça-feira, 8 de maio de 2018

Pesquisador alerta para aumento de casos de chikungunya no Rio de Janeiro




Apenas nos três meses primeiros meses deste ano, o número de casos de chikungunya registrado no estado do Rio de Janeiro é quase o mesmo notificado durante todo o ano de 2017. De janeiro a março de 2018, foram 4.262 notificações da doença, enquanto em 2017, 4.305. Na cidade do Rio de Janeiro, a região com maior número de notificações foi a zona Oeste, principalmente os bairros de Campo Grande, Guaratiba e Santa Cruz. Para o infectologista Rivaldo Venâncio, pesquisador e coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fiocruz, não é surpresa o aumento de casos de doenças transmitidas por mosquitos durante o verão. Nos meses de março e abril, são registradas temperaturas ambiente mais elevadas e chuvas em abundância, que são dois fatores fundamentais para a proliferação dos mosquitos transmissores. 

“Como é de conhecimento de todos, temos elevados índices de infestação domiciliar do mosquito transmissor do vírus. Por outro lado, por se tratar de uma doença nova no Rio de Janeiro, também temos uma população com pouco contato com esse vírus, ou seja, com poucos anticorpos, fatores importantes para o aumento no número de casos da doença. Nesse momento, não podemos afirmar que estamos caminhando para uma epidemia, muito menos descartar essa possibilidade”, destaca Rivaldo.

Segundo o pesquisador, os quatro mil casos de chikungunya nesse período (de janeiro a março de 2018) é um número pequeno quando comparado ao de outros estados como, por exemplo, o Ceará, onde em um ano foram registrados mais de 100 mil casos da doença. “Se de fato nós caminhamos para uma epidemia de chikungunya no estado do Rio, esses números iniciais não são suficientes para fazer tal afirmação. Há que se considerar, no entanto, a provável existência de um número razoável de casos que ainda não foram inseridos no sistema de notificação. Caso ocorra, de fato, uma epidemia, devemos esperar que até o final do ano tenhamos números aproximadamente 10 a 15 vezes maiores que os que foram registrados até agora”.


Doença relativamente nova

Como trata-se de uma doença relativamente nova e a população ainda não criou anticorpos contra ela, é mais provável que os casos aumentem, ressaltou Rivaldo. Diante da inexistência de uma  vacina contra a chikungunya, afirmou, a única forma da pessoa criar anticorpos é sendo infectada pelo mosquito. Uma parcela das pessoas infectadas desenvolverá a doença e outra não apresentará manifestações clínicas.

“Nesse caso, a doença só poderá ser diagnosticada por meio de um exame específico. A chance de um mosquito infectado pelo vírus chikungunya encontrar uma pessoa sem anticorpos é gigantesca no atual cenário do Rio de Janeiro. Ao contrário da dengue, uma minoria da população do estado ainda não tem anticorpos contra algum dos quatro tipos do vírus”, explicou o pesquisador.


Curto prazo

A expectativa, de acordo com o pesquisador, é que com a redução das chuvas e da temperatura, os índices de infestação do mosquito não cresçam como no ritmo atual. “Mas quando voltarem as chuvas e também aumentar a temperatura, espera-se obviamente que os índices de infestação do mosquito voltem a se elevar, consequentemente, a intensidade da transmissão também tende a aumentar”, afirmou.

O pesquisador ressaltou ainda que a temperatura e as chuvas não são os únicos fatores da proliferação do mosquito. Ele explica que existem, também, condições macroambientais que favorecem o acúmulo de água em determinados locais: esse acúmulo vai servir como recipiente para a reprodução desses mosquitos.

“A dificuldade de manutenção do abastecimento de água para o uso doméstico de forma regular, em várias localidades do estado do Rio, faz com que a população não seja abastecida todos os dias. O problema é que no dia em que a água está disponível, as pessoas costumam acumular, muitas vezes, em locais inapropriados, criando potenciais focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti. Já em outras localidades, a coleta do lixo produzido pelos domicílios é muito deficiente, o que também faz com que os objetos que são descartados no meio desse lixo acumulem água, propiciando a reprodução do mosquito”, exemplifica.

Rivaldo comenta que não é possível podemos ignorar os elevados índices de desemprego registrados no Rio de Janeiro, contribuindo para que um percentual maior de pessoas permaneça em seus domicílios, tornando-se alvo dos vetores do vírus chikungunya. O pesquisador destacou ainda que o ambiente de violência existente em várias comunidades do estado do Rio de Janeiro é uma realidade que dificulta o desenvolvimento de das ações de controle do mosquito transmissor. O especialista conclui que há um conjunto de fatores, chamados de determinantes sociais, formadores de uma realidade epidemiológica que favorece a elevação dos índices desses mosquitos. “É o calor e a chuva, numa comunidade com enormes carências de infraestrutura urbana, na qual a coleta do lixo, os fornecimentos regulares de água para o uso doméstico são precários. Nessas condições, a fêmea do mosquito Aedes vem e deposita seus ovos”.


Fonte:  Fiocruz

sábado, 5 de maio de 2018

No Dia Mundial de Higienização das Mãos, OMS alerta para prevenção da sepse nos cuidados de saúde


“Está em suas mãos prevenir a sepse na assistência à saúde” é o lema da nova campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Dia Mundial de Higienização das Mãos, celebrado neste sábado (5). Neste ano, o organismo internacional chama a atenção dos trabalhadores de saúde para esse grave problema que pode ser evitado.  

Na campanha, a OMS reforça os principais momentos em que os profissionais de saúde devem realizar a higienização das mãos. Tais recomendações são baseadas em evidências, testadas em campo e centradas no paciente, além de serem projetadas de forma fácil de aprender, lógica e aplicável em uma ampla gama de configurações. Os cinco momentos para higienização das mãos são: 

1. Antes de contato com um paciente;
2. Antes da realização de procedimentos assépticos;
3. Após risco de exposição a fluidos corporais;
4. Após contato com um paciente;
5. Após contato com as áreas próximas ao paciente.  

A higienização realizada no momento certo e da maneira correta pode salvar vidas. De acordo com as Diretrizes da OMS sobre Higienização das Mãos em Serviços de Saúde, antes de tocar o paciente e de realizar qualquer procedimento asséptico, é importante que o profissional lave adequadamente as mãos para evitar a transmissão de micro-organismos que podem causar infecções.   

A higienização também é fundamental após o contato com ele, inclusive em caso de exposição a fluidos corporais e depois de remover as luvas. O profissional deve lavar as mãos mesmo que tenha tocado apenas as superfícies, mobília e objetos próximos ao paciente, assim como ao sair do ambiente de assistência.




Perigos  

Aproximadamente 70% dos profissionais de saúde e 50% das equipes cirúrgicas não praticam rotineiramente a higienização das mãos. Estudos demonstraram que a prática, quando realizada constantemente, reduz as infecções associadas aos cuidados de saúde. A prevenção e controle de infecções são fundamentais para sistemas de saúde seguros e eficazes.  
A sepse é uma disfunção orgânica fatal, causada por uma resposta desregulada do hospedeiro à infecção. Se não for reconhecida precocemente e tratada prontamente, pode levar ao choque séptico, falência múltipla de órgãos e morte.  




sexta-feira, 4 de maio de 2018

Agentes comunitários de saúde recebem treinamento de combate ao Aedes aegypti





Agentes comunitários de saúde Programa Médico de Família do Sapê receberam nesta quarta-feira (02/05) informações sobre combate ao mosquito Aedes aegypti em Niterói.  A ação educativa foi realizada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), através do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC), em atendimento à solicitação da enfermeira Gisele Souza e do agente de controle de zoonoses Luiz Cláudio.

O objetivo foi preparar os novos profissionais para o emprego do conhecimento nas ações educativas e de eliminação de focos do mosquito numa ação que ocorrerá na Comunidade da Fazendinha, quando acompanharão os agentes do Serviço de Controle de Vetores do CCZ nas visitas domiciliares.

Por meio de um diálogo interativo e exibição de slide-show, a equipe do IEC composta por Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira falou sobre o ciclo biológico do Aedes, formas de transmissão, prevenção e combate. “Foi bastante produtivo. Muitas dúvidas foram esclarecidas”, avaliou Patrícia.

Na próxima terça-feira, dia 08 de maio, será realizada a segunda etapa do treinamento, quando a equipe do IEC abordará o tema Arboviroses.



quarta-feira, 2 de maio de 2018

Mutirões de combate ao Aedes aegypti no Barreto em nova etapa




A partir de hoje (02/05), até a próxima sexta-feira (04/05), agentes do Serviço de Controle de Vetores, do Centro de Controle de Zoonoses, se unem a profissionais da Secretaria Regional, da Policlínica Regional João Vizella, dos Programas Médico de Família, da CLIN e da Associação de Moradores para mais um mutirão de combate ao Aedes aegypti no Barreto.  Eles percorrerão o bairro em busca de criadouros do vetor e para a eliminação de possíveis focos nos imóveis e vias públicas.

A ação tem o objetivo de dar continuidade aos mutirões iniciados em março no bairro, que visam intensificar os trabalhos já realizados rotineiramente durante o ano todo e mobilizar a população para o combate ao mosquito.




A equipe passará pela área que vai da Rua Presidente Craveiro Lopes até a Rua Dr. March vistoriando casas e comércios, buscando possíveis focos do inseto, aplicando larvicida e inseticida, quando necessário, e distribuindo material informativo.  



O setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde realizará palestras educativas sobre arboviroses para os alunos do Centro Educacional Mendonça de Almeida e do Centro de Ensino Sininho de Ouro.  Nas próximas semanas a equipe dará continuidade nas demais escolas do bairro. Além das unidades de ensino, o IEC também estará na Policlínica Regional Dr. João Vizella desenvolvendo atividade de sala de espera temática com os usuários.

A iniciativa faz parte das estratégias do Comitê de Combate à Dengue da Regional Norte para diminuir a proliferação do inseto na área.  O comitê envolve várias secretarias como a de Conservação e Serviços Públicos, Saúde, Educação, Obras, CLIN (Companhia de Limpeza Urbana de Niterói), além de atores sociais da região – associação de moradores, escolas, unidades de saúde, entre outros. 





Segundo o CCZ, o índice de criadouros de mosquito na cidade está controlado e dentro do padrão instituído pelo Ministério da Saúde. No entanto, devido a possibilidade de aumento dos casos de febre de chikungunya no bairro, a atenção tem que ser redobrada.

Deve haver todo um cuidado com recipientes e espaços que acumulam águas das chuvas, com as caixas d'água. É essencial que ela esteja tampada ou com tela mosquiteira. Ao identificar larvas do mosquito, a equipe aplica o larvicida e recomenda a limpeza do fundo com vassoura, para eliminação de possíveis ovos do mosquito grudados na parede.

Pequenos reservatórios, como vasos de plantas, calhas entupidas, garrafas, bandejas de ar-condicionado, poço de elevador, entre outros, devem ser limpos e escovados pelo menos uma vez por semana; assim, o ciclo de vida do mosquito será interrompido.

Ação diária – Além dos mutirões, as equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) promovem um trabalho intenso de rotina de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti. Agentes vistoriam diariamente imóveis em todas as regiões do município, combatendo possíveis focos do mosquito e orientando a população. Profissionais do Programa Médico de Família também atuam em parceria com o CCZ na prevenção e combate aos focos do mosquito, nas suas áreas de cobertura. Niterói também possui Comitês Regionais de Combate à Dengue, organizados pelas Policlínicas Regionais, com ações elaboradas de acordo com as características de cada comunidade.







Educação em Saúde participa do ‘Quinzena de Ações Comunitárias AMMOPEPPE’





Na manhã do último sábado (28/04) a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde – do Centro de Controle de Zoonoses – participou do ‘Quinzena de Ações Comunitárias AMMOPEPPE’, na Quadra Poliesportiva Moacir Barcelos, na Ponta D’Areia (Morro da Penha)

O evento foi uma ação comunitária organizada pela Associação de Moradores do Morro da Penha e Portugal Pequeno. Na quadra foram montados estandes onde profissionais de instituições convidadas como a Companhia de Limpeza Urbana de Niterói (CLIN), a Niterói Transporte e Trânsito (Nittrans), Defesa Civil, Programa Médico de Família da Ponta D’Areia Maria Tereza Barbosa Rangel, entre outras, orientaram a população sobre temas diversos.

O IEC atuou com palestra sobre arboviroses (dengue, zika e chikungunya) e distribuição de material informativo, enfatizando a importância do combate ao vetor.   O objetivo foi alertar os visitantes quanto às medidas de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti – transmissor dos vírus causadores das doenças no país – já que 80% dos focos do inseto são encontrados em criadouros no ambiente domiciliar.







CCZ promove ação educativa para pais de alunos da UMEI Vinícius de Moraes





Pais e responsáveis de alunos da Unidade Municipal de Educação Infantil Vinícius de Moraes, no bairro Sapê, receberam palestra sobre arboviroses promovida pelo setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). 

O objetivo foi alertar sobre os perigos à saúde causados por essas doenças – em especial, dengue, zika, chikungunya e febre amarela – e a importância da prevenção.

A ação educativa em saúde ocorreu na última quarta-feira (25/04), tendo como metodologia bate papo interativo, nos moldes de palestra, apresentação de slide-show e distribuição de panfletos. 

Os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira abordaram o tema enfatizando as arboviroses e seus sintomas, as características do mosquito transmissor (o Aedes aegypti), principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor. 

“Falamos sobre o alto índice de infestação do mosquito Aedes aegypti e o número expressivo de casos suspeitos de Febre de Chikungunya no Sapê.  Atendendo à solicitação das diretoras Fabiane  e Fernanda, falamos também sobre higiene pessoal, destacando a pediculose.  Essa foi nossa segunda ação educativa na escola neste mês, já que iniciamos com os alunos, sensibilizando-os com a contação de história que retrata a prevenção ao Aedes.  Na ocasião as turmas confeccionaram cartazes com os professores expressando o que aprenderam”, descreveu a palestrante Patrícia.









sexta-feira, 27 de abril de 2018

Grupo de idosos da Policlínica Sérgio Arouca recebe palestra sobre arboviroses





Com o objetivo de informar, discutir e esclarecer sobre o que são arboviroses, os riscos envolvidos, prevenção e tratamento, nesta quarta-feira, 25/04, o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – realizou palestra para um grupo de idosos da Policlínica Regional Sérgio Arouca, bairro Santa Rosa.

A ação educativa em saúde se deu por meio de diálogo interativo, nos moldes de palestra, conduzido pelas agentes Adriana Heizer e Lílian Barcellos. Em pauta foram abordados e debatidos os seguintes tópicos: arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika, chikungunya e febre amarela) e seus sintomas, características do mosquito transmissor, principais medidas de prevenção, e combate aos possíveis criadouros do vetor. 

A participação do grupo foi ativa e consideravelmente satisfatória. “Eles são bem afinadinhos na temática. Alguns já haviam participado de palestra semelhante que realizamos no Instituto Vital Brasil ano passado. Ainda assim, são sempre interessados em aprender mais. As dúvidas mais apresentadas foram sobre sintomas das arboviroses, vacina da febre amarela e casos de FA em Niterói. Aproveitamos a oportunidade para divulgar a campanha de vacinação contra a gripe, que começou ontem no município”, destacou Adriana.


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Onde tomar a vacina contra a gripe em Niterói





Começou ontem (24/04), a Campanha de Vacinação Contra a Gripe em Niterói. A imunização, que segue até 1º de junho, estará disponível em salas de vacina nas Policlínicas Regionais, Unidades Básicas de Saúde e módulos do Programa Médico de Família, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17horas. No dia 12 de maio, será o Dia D de mobilização, com mais de 500 profissionais aplicando as doses nessas unidades. A meta do município é vacinar aproximadamente 170 mil pessoas.

O público-alvo da campanha é formado por pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses e menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias), trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional. Portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, devem levar a prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina. A meta da Fundação Municipal de Saúde (FMS) é imunizar pelo menos 90% de cada grupo.

A secretária municipal de Saúde, Maria Célia Vasconcellos, alerta para a importância da vacina e convoca a população. “A imunização reduz o número de internações, complicações e mortes em decorrência de infecções causadas pelos vírus da gripe. É fundamental que as pessoas que fazem parte desses grupos recebam a dose”, orienta Maria Célia, explicando que a vacina é fabricada com partículas inativadas dos vírus H1N1, H3N2 e B e, portanto, é incapaz de produzir a doença.

Documentos – Para receber a dose da vacina, as pessoas que fazem parte dos grupos-alvo da campanha devem comparecer às unidades de saúde levando carteira de identidade e outros comprovantes de acordo com os grupos a que pertencem:

- Trabalhadores das áreas de Saúde e Educação devem apresentar identidade profissional ou crachá.

- Crianças de 6 meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, cartão de vacinação.

- Pessoas com 60 anos ou mais, carteira de identidade.

- Pessoas com doenças crônicas (a partir dos 5 anos), solicitação médica, com indicação da doença.

- Puérperas, certidão de nascimento do bebê, ou cartão do pré-natal, ou cartão de vacinação do bebê; e as gestantes só precisam declarar que estão grávidas.

Doença – A Influenza, comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, que são predominantemente sistêmicos, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por aerossóis produzidos por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O influenza C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. O influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A vacinação é a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza. Deacordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5% a 10% dos adultos e 20% a 30% das crianças, causando de 3 milhões a 5 milhões de casos graves e 250 mil a 500 mil mortes todos os anos.

Confira os locais de vacinação:

Salas de vacina

Policlínica Regional Dr. Carlos Antônio da Silva 
Rua Jansen de Mello s/nº – São Lourenço
Tel.: 2717-1426 e 2719-0050

Policlínica Regional Dr. Sérgio Arouca
Praça Vital Brazil s/nº – Santa Rosa
Tel.: 2711-2366

Policlínica Regional Dr. Guilherme Taylor March
Rua Desembargador Lima Castro, 238 – Fonseca
Tel.: 2626-4170

Policlínica Regional do Largo da Batalha Dr. Francisco da Cruz Nunes 
Rua Ver. Armando Ferreira, 30 - Largo da Batalha
Tel.: 2616-3633 / 2710-7100

Policlínica Regional de Itaipu Assistente Social Maria Aparecida da Costa
Estrada do Engenho do Mato s/nº – Itaipu
Tel.: 2609-6368 / 2709-1579

Policlínica Regional da Engenhoca Dr. Renato Silva 
Avenida João Brasil, s/nº – Engenhoca
Tel.: 2628-8047 / 3603-8874

Policlínica Regional do Barreto João da Silva Vizella
Rua Luiz Palmier, 726 – Barreto
Tel.: 2719-0141 / 2719-6861

Policlínica Comunitária de Jurujuba
Av. Carlos Ermelindo Marins s/nº – Jurujuba
Tel.: 2704-9638 / 2704-9668


Unidades Básicas de Saúde: 

UBS Baldeador – Deputado José Sally
Loteamento Bento Pestana s/nº – Morro do Castro
Tel.: 2624-1224 / 2722-3761

UBS Centro
Rua Visconde de Uruguai, 531 – Centro
Tel.: 2620-8226

UBS Engenhoca
Rua Coronel Guimarães, 724 – Engenhoca 
Tel.:2628-8656

UBS Morro do Estado
Rua Araujo Pimenta, s/nº
Tel.: 2622-1010

UBS Piratininga – Dom Luiz Orione
Av. dos Pescadores – Lotes 2,3 e 4 – Piratininga
Tel.: 2618-2654

UBS Santa Bárbara – Adelino de Mendonça e Silva
Rua Jandira Pereira, 625 – Santa Bárbara
Tel: 2627-6303


Programa Médico de Família e Clínica Comunitária da Família: 

PMF Atalaia
Rua Padre José Euger, s/nº – Atalaia 
Tel.:2618-7616

PMF Alarico de Souza
Estrada Alarico de Souza, s/nº - Santa Rosa
Tel.: 3602-6667

CCF Badu
Rua Alcebiades Pinto, s/n - Cantagalo
Tel.: 97288-6808 - 96879-6792

PMF Bernadino
Rua Sá Barreto, s/nº – Fonseca
Tel.:2721-7131

PMF Cafubá I
Av.Raúl de Oliveira Rodrigues, s/nº – Cafubá
Tel.: 2619-0757 / 99225-9679

PMF Cafubá II – Ernesto Che Guevara
Rua Vereador Luiz Erthal, Lt. 05, Qd. 69 – Cafubá
Tel.: 2619-5268

PMF Cafubá III – Alberto Ricardo Hatin
Rua Manoel Pacheco de Carvalho 107 – Piratininga
Tel.: 2709-4374

PMF Cantagalo – Professor Barros Terra
Rua Alcebíades Pinto, s/nº, Cantagalo

PMF Caramujo
Rodovia Amaral Peixoto, s/nº - Baldeador
Tel.: 2625-946

PMF Cavalão
Alameda Paris s/nº - São Francisco
Tel.: 2611-9570

PMF Colônia
Praia de Itaipu – Colônia dos Pescadores 
Tel.: 2609-8336

PMF Engenho do Mato
Estrada Irene Lopes Sodré s/nº – Engenho do Mato
Tel.: 2709-5222

PMF Grota I
Rua Albino Pereira, 615 – São Francisco
Tel.: 2710-1061

PMF Grota II
Rua Arcedino Pereira, 335 – São Francisco
Tel.: 2602-2394

CCF Ilha da Conceição
Rua Jornalista Sardo Filho, 196 – Ilha da Conceição
Tel.: 2620-6671

PMF Ititioca
Rua Vila Costa Monteiro, s/nº - Ititioca
Tel.: 2610-0852

PMF Jonathas Botelho
Trav. Jonathas Botelho, 133 – Cubango
Tel.: 2710-6367

PMF Jurujuba (Carcarejo)
Av.Carlos Ermelindo Marins s/nº - Jurujuba 
Tel.: 2704-9638

PMF Lagoinha
Av.Colônia s/nº - Caramujo
Tel.: 2625-9467 - 99284-8438

PMF Leopoldina
Rua George Allan s/nº – Largo dos Barradas – Barreto
Tel.: 2624-0017

PMF Maceió
Rua José Bento Vieira Ferreira, s/n - Largo da Batalha
Tel.: 3611-0918

PMF Maravista
Rua Astor da Costa Menezes, s/nº – Maravista
Tel.: 2709-0360

PMF Marítimos
Rua Machado, s/nº - Barreto
Tel.:3703-3265

PMF Maruí
Rua Monsenhor Raeder, 151 – Barreto
Tel.: 3714-2173

PMF Matapaca
Rua Aurora Ribeiro, nº 5 – Pendotiba
Tel.: 2617-9269

PMF Morro do Céu
Est. Viçoso Jardim, 357 - Caramujo
Tel.: 99641-2165

PMF Nova Brasília
Rua Professor João Brasil, 1726 – Engenhoca
Tel.: 3706-7519

PMF Palácio
Rua 11 de Agosto, nº 4 - Ingá

PMF Preventório I
Travessa Carmita, s/nº - Charitas
Tel.: 2715-4313 / 96687-1055

PMF Preventório II
Av.Quintino Bocaiúva, s/nº - Charitas
Tel: 3701-0161 / 96804-5986

PMF Souza Soares
Rua Lions Club, 37 – Santa Rosa 
Tel.: 3602-0083

CCF da Teixeira de Freitas
Rua Teixeira de Freitas s/nº – Fonseca
Tel.: 99775-3421

CCF de Várzea Das Moças - Dr. Tobias Tostes Machado 
Estrada Velha de Maricá s/nº – Várzea das Moças
Tel.: 3602-8057

PMF Viçoso
Estrada Viçoso Jardim, s/nº
Tel.: 2618-8295

PMF Vila Ipiranga
Rua Tenente Osório, s/nº – Fonseca
Tel.: 2625-3821

PMF Viradouro
Rua Mario Viana, 790 – Viradouro
Tel.: 2711-8369 / 96855-8279

PMF Vital Brazil
Rua João da Lossi – Trav. F, nº 8 – Vital Brazil
Tel.: 2610-1904 / 96863-5799