quarta-feira, 26 de abril de 2017

Novos postos de vacinação contra a Febre Amarela em Niterói





A Fundação Municipal de Saúde de Niterói amplia o número de postos de vacinação contra a febre amarela.  A partir desta quinta-feira, 27/04, mais onze unidades de saúde estarão abertas para vacinar a população.   Ao total, serão 19 locais disponíveis em todo o município.

Saiba onde se vacinar e procure o posto mais próximo da sua casa!


POLICLÍNICA REGIONAL DR. CARLOS ANTÔNIO DA SILVA
Rua Jansen de Mello s/nº - São Lourenço
Tel.: 2717-1426 - 2719-0050

POLICLÍNICA REGIONAL DR. SÉRGIO AROUCA
Praça Vital Brazil s/nº - Santa Rosa
Tel.: 2711-2366

POLICLÍNICA REGIONAL DR. GUILHERME TAYLOR MARCH
Rua Desembargador Lima Castro, 238 – Fonseca
Tel.: 2626-4170

POLICLÍNICA REGIONAL DO LARGO DA BATALHA DR. FRANCISCO DA CRUZ NUNES
Rua Ver.Armando Ferreira, 30 – Largo da Batalha 
Tel.: 2616-3633 – 2710-7100

POLICLÍNICA REGIONAL DE ITAIPU ASSISTENTE SOCIAL MARIA APARECIDA DA COSTA
Est.Engenho do Mato s/nº - Itaipu 
Tel.: 2609-6368 - 2709-1579

POLICLÍNICA REGIONAL DA ENGENHOCA DR. RENATO SILVA
Avenida João Brasil, s/nº - Engenhoca
Tel.: 2628-8047 – 3603-8874

POLICLÍNICA COMUNITÁRIA DE JURUJUBA
Av. Carlos Ermelindo Marins s/nº - Jurujuba
Tel.: 2704-9638 - 2704-9668


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MÉDICO DE FAMÍLIA DO ENGENHO DO MATO 
Estrada Irene Lopes Sodré s/nº - Engenho do Mato 
Tel.: 2709-5222

MÉDICO DE FAMÍLIA MARAVISTA - CTE. MANOEL PIÑEIRO LOZADA 
Rua Astor da Costa Menezes, s/nº - Maravista 
Tel.: 2709-0360


MÉDICO DE FAMÍLIA CAFUBÁ II - ERNESTO CHE GUEVARA II
Rua Vereador Luiz Erthal, Lt. 05, Qd. 69 – Cafubá 
Tel.: 2619-5268

MÉDICO DE FAMÍLIA CAFUBÁ III - ALBERTO RICARDO HATIN 
Rua Manoel Pacheco de Carvalho 107 – Piratininga
Tel.: 2709-4374 


MÉDICO DE FAMÍLIA CANTAGALO - HAIDÉE SANTAMARIA
Estrada Francisco Cruz Nunes s/nº - Cantagalo
Tel.: 2616-50l37


MÉDICO DE FAMÍLIA MATAPACA - ABELARDO RAMIREZ
Rua Aurora Ribeiro, nº 5 - Pendotiba
Tel.: 2617-9269


MÉDICO DE FAMÍLIA DO BADU
Av. Nelson de Oliveira e Silva, 63 – Badu
Tel.: 2718-2283


MÉDICO DE FAMÍLIA DO CARAMUJO
Rodovia Amaral Peixoto, s/nº, Baldeador
Tel.: 2625-9467


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CLÍNICA COMUNITÁRIA DA FAMÍLIA DE VÁRZEA DAS MOÇAS - DR. TOBIAS TOSTES MACHADO
Estrada Velha de Maricá s/nº - Várzea das Moças 
Tel.: 3602-8057

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UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PIRATININGA - DOM LUIZ ORIONE
Av. dos Pescadores – Lotes 2,3 e 4 – Piratininga
Tel.: 2618-2654

UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE SANTA BÁRBARA - ADELINO DE MENDONÇA E SILVA 
Rua Jandira Pereira, 625 - Santa Bárbara
Tel.: 2627-6303

UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DO BALDEADOR - DEPUTADO JOSÉ SALLY
Loteamento Bento Pestana, s/nº - Morro do Castro 

SAIBA MAIS SOBRE A FEBRE AMARELA





O que é febre amarela ?

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus (vírus transmitido por mosquito), que pode levar à morte em cerca de uma semana, se não for tratada rapidamente.

Os primeiros casos da febre amarela no Brasil surgiram no século XVII e, desde então, ela se fixou majoritariamente em áreas silvestres do nosso território. Nessas áreas, quem transmite o vírus da doença são os mosquitos Haemagogus e Sabethes e os macacos são os principais hospedeiros. Nos ambientes urbanos, onde o último caso foi registrado em 1942, o vetor é o popular Aedes aegypti. Apesar das campanhas de prevenção, que contribuíram para a erradicação da febre amarela nos centros urbanos, o ano de 2017 começou com os maiores índices da doença nos últimos dez anos.


Diferença entre febre amarela silvestre e urbana

A Febre Amarela apresenta dois ciclos de transmissão epidemiologicamente distintos: a febre amarela silvestre (FAS), que ocorre em primatas não humanos (macacos) e os principais vetores transmissores são mosquitos silvestres (dos gêneros Haemagogus e Sabethes). O ser humano é contaminado acidentalmente, quando vai para áreas rurais ou silvestres que tem a circulação da febre amarela. O ciclo da Febre Amarela Urbana (FAU) envolve o Homem e é transmitido principalmente pelo Aedes aegypti.


Morte de macacos

Os macacos infectados ao morrerem representam um alerta (evento sentinela) para as autoridades sanitárias e moradores de regiões com grandes populações de macacos. Deve-se evitar que o medo resulte em aversão aos animais. Eliminar o macaco hospedeiro não resolverá o problema da febre amarela, portanto ao encontrar um animal morto comunique à Secretaria de Saúde.


Sintomas

Os sintomas iniciais, que duram em torno de três dias, incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. O quadro pode evoluir com diminuição da temperatura e alívio dos sintomas, provocando uma sensação de melhora no paciente, com duração de 1 a 2 dias. Em seguida pode reaparecer febre, diarréia e vômitos, com evolução para as formas graves da doença.

Nestes casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia, oligúria (produção de pouca urina), anúria (ausência de urina) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20-50% das pessoas que desenvolvem doença grave podem morrer.

Ao identificar alguns dos sintomas, procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem para áreas de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas e se você observou morte de macacos próximo aos lugares que você visitou. Informe, ainda, se você tomou a vacina contra a febre amarela, e a data.


Tratamento

Não há nenhum tratamento específico contra a doença. O médico deve tratar os sintomas, como as dores no corpo e cabeça, com analgésicos e antitérmicos. Salicilatos devem ser evitados (AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de manifestações hemorrágicas. O médico deve estar alerta para quaisquer indicações de um agravamento do quadro clínico.

Importante: Somente um médico é capaz de diagnosticar e tratar corretamente a doença.


Como evitar

A única forma de evitar a Febre Amarela é através da vacinação. A prevenção inclui evitar o contato e a picada pelo mosquito, por meio do uso de repelentes, mosquiteiros impregnados com inseticidas, roupas protetoras, telas em portas e janelas.


Vacinação


A partir deste mês de abril/17, crianças com nove meses e adultos até 59 anos precisam tomar apenas uma dose da vacina contra a doença   

O Ministério da Saúde adotou a partir de 05/04/17 a dose única da vacina contra a febre amarela para as áreas com recomendação de vacinação em todo o país. Com a medida, crianças e adultos, que já tomaram uma dose, não precisam se vacinar mais contra a febre amarela ao longo da vida. A medida já era adotada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), desde 2014. A estratégia de uma única dose também passa a ser adotada no Brasil. A vacina é segura e garante proteção ao longo da vida.


Quem deve tomar a vacina, com restrições:

• Pessoas acima de 60 anos deverão ser vacinadas somente se residirem ou forem se deslocar para áreas com transmissão ativa da febre amarela e que não tiverem alguma contraindicação para receber a vacina.

• Gestantes (em qualquer período gestacional) e mulheres amamentando só deverão ser vacinadas se residirem em local próximo onde ocorreu a confirmação de circulação do vírus (epizootias, casos humanos e vetores na área afetada) e que não tiverem alguma contraindicação para receber a vacina. 

• Mulheres amamentando devem suspender o aleitamento materno por 10 dias após a vacinação e procurar um serviço de saúde para orientação e acompanhamento a fim de manter a produção do leite materno e garantir o retorno à lactação.

• Pessoa vivendo com HIV/AIDS desde que não apresentem imunodeficiência grave (Contagem de LT-CD4+<200 células/mm3). Poderá ser utilizado o último exame de LT-CD4 (independente da data), desde que a carga viral atual (menos de seis meses) se mantenha indetectável.


Quem não deve tomar a vacina:

• Pessoas com imunossupressão secundária à doença ou terapias.

• Imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas).

• Pacientes em uso de medicações anti-metabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe).

• Transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia.

• Pessoas que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina.

• Pessoas com reação alérgica grave ao ovo.

• Pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma).


Administração da vacina de febre amarela simultânea a outras


A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) informa que a vacina da Febre Amarela pode ser administrada simultaneamente com a vacina da Influenza e com outras vacinas disponibilizadas pelo Programa Nacional de imunizações, desde que sejam observadas as contra indicações relativas a cada vacina e ainda seu público alvo. A exceção se refere às vacinas tríplice viral e/ou tetra viral que não devem ser administradas simultaneamente a vacina Febre Amarela, devendo ser observado um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. (SES-26/04/17)




Fontes:
Ministério da Saúde
Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro


Educação em Saúde fala sobre arboviroses na Escola Paulo Almeida Campos



Alertar sobre os perigos à saúde causados pelas arboviroses.  Esse foi o objetivo da palestra realizada pelo setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – na Escola Municipal Paulo Almeida Campos, em Icaraí.

A ação educativa em saúde ocorreu nos dias 10, 11 e 25 de abril.  As agentes Daniele Caviare e Leila Neves envolveram os alunos do Ensino Fundamental na temática por meio de bate papo interativo e apresentação de slide-show.  Os principais tópicos abordados foram: doenças dengue, zika e chikungunya e seus sintomas; as características do mosquito transmissor (o Aedes aegypti); medidas de prevenção e combate ao vetor. Na oportunidade, a equipe do IEC falou também sobre outra importante arbovirose, a febre amarela, devido aos recentes surtos no país.

Os estudantes participaram ativamente, demonstrando interesse no assunto, por meio de atenção, questionamentos e busca de esclarecimento de dúvidas.  Segundo a palestrante Daniele Caviare, alguns ficaram preocupados com a questão da microcefalia e quiseram saber mais a respeito.  Também foram apresentadas dúvidas sobre a febre amarela, principalmente sobre a vacina e se o mosquito Aedes aegypti estava transmitindo o vírus no meio urbano.




segunda-feira, 24 de abril de 2017

Ação educativa sobre pediculose no Meu Cantinho Ecológico





Na última quarta-feira (19/04) o setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – realizou ação educativa sobre pediculose no Jardim Escola Meu Cantinho Ecológico, no bairro Engenhoca. 

A atividade foi desenvolvida por meio de bate-papo interativo com apresentação de slide-show.  A equipe do IEC abordou os tópicos: tipos de piolhos, características do piolho capilar, ciclo de vida e hábitos do inseto, prevenção e tratamento.  

O objetivo foi levar os alunos a conhecerem o piolho capilar e os prejuízos à saúde por ele causados, e perceberem a importância da adoção de hábitos de higiene e comportamento para prevenir a pediculose no ambiente escolar e familiar.

A participação da comunidade escolar foi bem ativa, evidenciando interesse pelo tema.  As crianças foram atenciosas quanto durante a exposição das informações e imagens e, assim como os professores, fizeram perguntas e falaram de situações relacionadas.

Equipe:  Jonas Queiróz, Rodolfo Mata e Rosani Loureiro. 





quarta-feira, 12 de abril de 2017

UMEI Odete Rosa mostra que é desde cedo que se aprende a combater o Aedes




Na última sexta-feira (07/04) a Unidade Municipal de Educação Infantil Odete Rosa, em Itaipu, recebeu a equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – para a realização de ações educativas da Semana Saúde na Escola, que tem como tema “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti!”  A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.

A atividade desenvolvida pela agente Rita de Cássia Oliveira consistiu em bate-papo interativo e confecção de cartazes e painéis.  O objetivo foi envolver os pequenos na temática de maneira divertida, estimulando o aprendizado de medidas preventivas simples e a multiplicação das informações na família.





A participação da comunidade escolar foi satisfatória. Segundo a agente do IEC, os professores  haviam trabalhado o tema Dengue na semana anterior, então os alunos estavam bem afiados, sabiam todo o assunto.




O resultado dessa ação educativa em saúde mostrou que é desde cedo que se aprende a combater os males causados pelo Aedes aegypti e que o engajamento de todos nessa luta é fundamental.



Semana Saúde na Escola destaca informações sobre a febre amarela





A Escola Municipal Honorina de Carvalho, em Maria Paula, recebeu a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses – no último dia 07/04 para realização de ações educativas da Semana Saúde na Escola, que este ano tem como tema “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti!”  A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.  

O objetivo da ação educativa em saúde foi sensibilizar sobre a importância da adoção de medidas preventivas no controle do Aedes aegypti – mosquito transmissor dos vírus causadores das arboviroses dengue, zika, chikungunya e da febre amarela urbana – e a multiplicação das informações no ambiente de convívio.  

A agente Patrícia de Oliveira desenvolveu palestra com exibição de slide-show e vídeos educativos, e distribuição de revistinhas informativas.  A atividade contou com a participação da Dra. Elizabeth Peixoto Mouzinho, supervisora de pediatria do Programa Médico de Família da área de Pendotiba, que colaborou muito apresentando dados técnicos sobre o vírus da febre amarela.  

As dúvidas mais comuns apresentadas pelos participantes – alunos do 9º ano do Ensino Fundamental – foram sobre os sintomas da febre amarela e as possíveis reações à vacina.







Colégio Fernando Magalhães participa da Semana Saúde na Escola





Na última sexta-feira (07/04) o Colégio Estadual Fernando Magalhães, em Jurujuba, recebeu a equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – para a realização de ações educativas da Semana Saúde na Escola, que tem como tema “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti!”  A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.

O IEC levou sua contribuição educativa ao projeto desenvolvendo palestra sobre arboviroses. O objetivo foi sensibilizar os alunos sobre a importância da adoção de medidas preventivas no controle do Aedes aegypti – mosquito transmissor dos vírus causadores da dengue, zika, chikungunya e da febre amarela urbana – e a multiplicação das informações no ambiente de convívio.  A atividade contou com a participação do Exército.


Equipe do IEC:  Adriana Heizer, Alberto Jucelino e Lílian Barcellos.






terça-feira, 11 de abril de 2017

Sábado de mobilização contra o Aedes aegypti no Largo da Batalha




Na manhã deste sábado (08/04) as equipes do Centro de Controle de Zoonoses, da Policlínica Regional Dr. Francisco da Cruz Nunes e de agentes comunitários de saúde do Programa Médico de Família se reuniram na Praça do Largo da Batalha para realizar atividades educativas arboviroses – em especial, dengue, zika, chikungunya e febre amarela. 

No local foram montados estandes com exposição de banners, cartazes, maquetes e objetos que podem servir de criadouros para o mosquito. Foram distribuídos panfletos, folders e revistinhas informativas.  Além disso, os profissionais orientaram a população sobre os cuidados que se deve ter para evitar criadouros inseto. 






A atividade contou também com uma pessoa fantasiada de Aedes aegypti que “perseguiu” e “atormentou” as pessoas que passavam pela praça e arredores.  Parte da brincadeira era mostrar o quanto o mosquito está presente no nosso dia a dia e pode incomodar.




O objetivo da ação educativa em saúde foi mobilizar a comunidade quanto aos cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito transmissor dessas doenças, o Aedes aegypti.








segunda-feira, 10 de abril de 2017

Drone está sendo utilizado para identificar focos de mosquito





Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde, o Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses da Fundação Municipal de Saúde de Niterói realizou a primeira ação utilizando o drone da Defesa Civil no combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Com o auxílio da nova ferramenta, os agentes puderam direcionar a entrada em áreas de difícil visualização e acesso, com objetivo de detectar possíveis irregularidades nas vistorias. A novidade foi usada na última sexta-feira (07/04), no Cafubá, Região Oceânica da cidade.

Os agentes de combate a endemias visitaram as casas da região, combatendo focos e orientando os moradores. O drone serviu de apoio para dinamizar o trabalho nos locais de difícil entrada. O equipamento sobrevoou terrenos e residências abandonadas, alcançando lugares que os profissionais não tinham acesso com facilidade anteriormente, como caixas das águas, calhas e piscinas. As imagens são captadas por uma câmara de alta resolução, transmitidas por agentes treinados e seguindo todas as especificações e orientações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

De acordo com a secretária Municipal de Saúde, Maria Célia Vasconcellos, a tecnologia vem para integrar e aprimorar o serviço que já é desempenhado pelo órgão durante todo o ano. “Realizamos um trabalho intenso de combate ao mosquito aqui na cidade. Essa parceria com a Defesa Civil, utilizando esse equipamento, vem para somar, facilitando o dia a dia dos agentes em áreas de acessos complicados. Tenho certeza que essa nova ferramenta vai ser fundamental na luta contra o Aedes, reforçando o trabalho intersetorial da Prefeitura”, declara.

O Drone também vai auxiliar no monitoramento de queimadas e ao Grupo Especial de Crescimento Ordenado e Proteção de Áreas Verdes (Gecopav), na fiscalização de crescimento desordenado e fiscalização de encostas. O equipamento que foi cedido pela Secretaria de Meio Ambiente estará disponível também para acompanhamento e auxílio de operações durante ocorrências de grandes proporções, que necessitem de visualização rápida para auxílio dos grupos de resgate ou de operações. 

Na ação desta sexta, o operador do Drone da Defesa Civil iniciou o trabalho de orientação dos agentes. A parceria continuará .

“É uma parceria muito importante. Nossos operadores saem em campo com os agentes de Zoonose e direcionam o drone de forma que facilite o trabalho dos agentes. Isso vai dinamizar muito o trabalho”, explicou o Major Wallace coordenador da Defesa Civil de Niterói.    

Para o chefe do CCZ, Francisco de Faria Neto, o aparelho é mais um instrumento que vai facilitar o controle, mas alerta que é fundamental a participação da população no controle dos focos. 

“As novas ferramentas vão sendo disponibilizadas e incorporadas ao serviço, complementando o trabalho. Porém, continua sendo essencial a participação dos moradores no combate ao mosquito. A gente sabe que a população de Niterói vem fazendo sua parte, portanto esperamos que, todos juntos, continuemos trabalhando para evitar essas doenças”, afirmou. 








Fonte do texto:  O Fluminense
Foto do drone:  Leonardo Simplício / Prefeitura de Niterói
Demais fotos:  Élcio Nascimento (IEC /CCZ)

NAEI Ângela Fernandes recebe ações educativas da Semana da Saúde na Escola


O Núcleo Avançado de Educação Infantil Ângela Fernandes, em Cafubá, recebeu a equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – na última quinta-feira (06/04) a para a realização de ações educativas da Semana Saúde na Escola, que tem como tema “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti!” A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.

A atividade desenvolvida pela agente Rita de Cássia Oliveira consistiu em bate-papo interativo e confecção de cartazes e painéis.  O objetivo foi envolver os pequenos na temática de maneira divertida, estimulando o aprendizado de medidas preventivas simples e a multiplicação das informações na família.

A participação das crianças foi satisfatória e mostrou que é desde cedo que se aprende a combater os males causados pelo Aedes aegypti, e que o engajamento delas nessa luta é fundamental.

UMEI Olga Benário recebe ações educativas da Semana da Saúde na Escola





Nesta quinta-feira (06/04) a Unidade Municipal de Educação Infantil Olga Benário Prestes, no Engenho do Mato, recebeu a equipe de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – para a realização de ações educativas da Semana Saúde na Escola, que tem como tema “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti!”  A iniciativa faz parte do Programa Saúde na Escola (PSE), dos ministérios da Saúde e Educação.

O IEC, representado pelo agente Élcio Nascimento, desenvolveu atividade lúdica de confecção de cartazes e painéis.  O objetivo foi envolver os pequenos na temática de maneira divertida, estimulando o aprendizado de medidas preventivas simples e a multiplicação das informações na família.





O evento contou com a equipe do projeto científico ‘Eliminar a Dengue: Desafio Brasil’, que realizou palestra e demonstração de material de apoio e maquetes, informando a respeito desse empreendimento internacional trazido ao país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e apoiado pelo Ministério da Saúde, já implantado em Niterói, que consiste na utilização de uma bactéria chamada Wolbachia para reduzir a transmissão do vírus da dengue pelo mosquito Aedes aegypti.




A participação dos estudantes foi bem ativa.  Muitos demonstraram interesse prestando atenção nas orientações e interagindo durante a prática pedagógica.  Alguns contaram suas “histórias” relacionadas ao tema e fizeram perguntas como  “O mosquito com o bichinho [wolbachia] não pica?”, “O bichinho não vai deixar o mosquito transmitir doenças ?”.  

A atividade foi satisfatória e mostrou que é desde cedo que se aprende a combater os males causados pelo Aedes aegypti, e que o engajamento das crianças nessa luta é fundamental.


Semana Saúde na Escola mostra alunos da UMEI Almir Garcia mobilizados contra o Aedes





Na última quarta-feira, dia 05/04, na Semana Saúde na Escola, cujo tema escolhido pelo Ministério da Saúde para este ano é “Comunidade Escolar Mobilizada Contra o Aedes aegypti”, os alunos da UMEI Almir Garcia, bairro Maceió, mostraram que estão mobilizados contra o inseto.

Como parte das estratégias educativas para o evento, a equipe do setor de Informação, Educação e Comunicação em Saúde (IEC) – do Centro de Controle de Zoonoses de Niterói (CCZ) – se reuniu na terça-feira (04/04) com a direção da unidade escolar e propôs a participação efetiva de todos na luta contra o mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.  Então os professores realizaram uma oficina artística com seus alunos, elaborando cartazes e painéis, que depois foram expostos no Médico de Família do Maceió, como meio de informar sobre formas de prevenção das arboviroses e divulgar para os usuários (muitos pais, responsáveis e vizinhos) o resultado dos trabalhos por eles confeccionados.




Antes da exposição na unidade de saúde, porém, os trabalhos foram apresentados à equipe do IEC no dia 05/04, quando os agentes Delcir Vieira e Patrícia de Oliveira desenvolveram atividade de contação de história sobre os mosquitos Dedé, Chico e Gigi para as crianças.  Todos participaram, demonstraram interesse e interagiram com perguntas e afirmações sobre o tema.  De acordo com a avaliação da equipe de educação em saúde, a ação foi positiva, mostrando resultados satisfatórios.